
Admit It. You Love It. It Matters. (Admita. Você a ama. Você se importa.)
Essa é a frase que intitula o artigo de moda do mais famoso jornal do mundo, o The New York Times, do dia 02 de setembro de 2007.
Enquanto fashionistas de plantão gritam seu amor pela moda, outras pessoas que parecem estar fora do circuito, parecem odiá-la. Dizem que ela é superficial, fútil, desnecessária, um assunto pequeno e sem importância. Mas não há como fugir. Seguindo todas as novidades das passarelas ou tentando se manter à parte das tendências , todos estamos entregues ao sistema social da inovação e da imitação.Quando concluí a faculdade de Comunicação Social na metade de 2006, fiz a monografia sobre a moda como uma forma de identificação social, e a minha maior preocupação era mostrar que o mundo fashion é um assunto importante a ser estudado, que precisa e deve ser discutido também no âmbito acadêmico.
Na verdade, para perceber o quanto a moda está longe de ser "elitista, burguesa e frívola", muito mais que a informação, é necessário, como diz o título do artigo, que as pessoas admitam que amam e que se importam com ela.
Todo os dias, ao vestir-se, cada pessoa, conscientemente ou não, está fazendo uma escolha ideológica. Como já disse Umberto Eco, quem já percebeu a importância das simbologias das coisas, "já não pode continuar a fazer o nó da gravata sem ficar com a clara sensação de estar fazendo uma opção ideológica: ou, pelo menos, de lançar uma mensagem a todos que cruzam com ele durante o dia".
Há muito, pesquisadores sabem que o vestuário não tem como principal função a proteção. Não é pra cobrir-se que você se veste não, darling, é muito mais para decorar... Nosso corpo é um outdoor ambulante, levando informações de quem somos a todos aqueles que nos olham. Quando falamos de moda e vestuário, além da roupa, entram também neste conjunto, acessórios, maquiagem, penteados, tatuagens, piercings e o que mais a criatividade permitir. Mesmo aqueles que se consideram "básicos" e que pretendem passar a idéia de que não se importam com moda, honey, sinto muito, mas vocês também se importam, afinal, estão querendo enviar alguma informação através de suas vestes, não estão? Pensem bem!
Por isso, admita! Você ama, você se importa... Bem vindo ao clube!
Essa é a frase que intitula o artigo de moda do mais famoso jornal do mundo, o The New York Times, do dia 02 de setembro de 2007.
Enquanto fashionistas de plantão gritam seu amor pela moda, outras pessoas que parecem estar fora do circuito, parecem odiá-la. Dizem que ela é superficial, fútil, desnecessária, um assunto pequeno e sem importância. Mas não há como fugir. Seguindo todas as novidades das passarelas ou tentando se manter à parte das tendências , todos estamos entregues ao sistema social da inovação e da imitação.Quando concluí a faculdade de Comunicação Social na metade de 2006, fiz a monografia sobre a moda como uma forma de identificação social, e a minha maior preocupação era mostrar que o mundo fashion é um assunto importante a ser estudado, que precisa e deve ser discutido também no âmbito acadêmico.
Na verdade, para perceber o quanto a moda está longe de ser "elitista, burguesa e frívola", muito mais que a informação, é necessário, como diz o título do artigo, que as pessoas admitam que amam e que se importam com ela.
Todo os dias, ao vestir-se, cada pessoa, conscientemente ou não, está fazendo uma escolha ideológica. Como já disse Umberto Eco, quem já percebeu a importância das simbologias das coisas, "já não pode continuar a fazer o nó da gravata sem ficar com a clara sensação de estar fazendo uma opção ideológica: ou, pelo menos, de lançar uma mensagem a todos que cruzam com ele durante o dia".
Há muito, pesquisadores sabem que o vestuário não tem como principal função a proteção. Não é pra cobrir-se que você se veste não, darling, é muito mais para decorar... Nosso corpo é um outdoor ambulante, levando informações de quem somos a todos aqueles que nos olham. Quando falamos de moda e vestuário, além da roupa, entram também neste conjunto, acessórios, maquiagem, penteados, tatuagens, piercings e o que mais a criatividade permitir. Mesmo aqueles que se consideram "básicos" e que pretendem passar a idéia de que não se importam com moda, honey, sinto muito, mas vocês também se importam, afinal, estão querendo enviar alguma informação através de suas vestes, não estão? Pensem bem!
Por isso, admita! Você ama, você se importa... Bem vindo ao clube!
link da matéria do The New York Times: http://www.nytimes.com/2007/09/02/fashion/shows/02fash.html?_r=1&oref=slogin
2 comentários:
Parabéns pelo blog!!! Seja bem vinda. :-)
Espero a sua visita no meu... http://patilima.wordpress.com
Vamos nos falando,
bjocas
Liginha,
adorei o blog! continue arrazando...
sucesso com a Sábado.
beijos e se cuida!
se precisar de um help com informações paulistanas, grita!
auhauaha ;*
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